Guilherme Amado

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Com João Pedroso de Campos (subeditor), Gustavo Silva, João Pedro Bitencourt e Jade Abreu

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Reportagem

STF vai voltar a julgar se torna deputado do PT réu por injúria racial

Ministros vão retomar análise de denúncia da PGR contra o deputado federal Marcon, do PT do Rio Grande do Sul

por João Pedroso de Campos
Publicado em 30/06/2026 às 09:00
O deputado federal Marcon, do PT do Rio Grande do Sul (Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados)

O plenário virtual do STF vai voltar a julgar em agosto se torna o deputado federal Marcon, do PT do Rio Grande do Sul, réu por injúria racial, desacato, desobediência e ameaça. Segundo a PGR, o petista cometeu esses crimes durante uma abordagem policial em uma festa em um assentamento do MST, em maio de 2018. Conforme a denúncia, Marcon se referiu a um dos policiais chamados ao local como “negrinho sujo”. Ele nega as acusações.

A denúncia da PGR começou a ser julgada em dezembro de 2022 e, desde então, já teve três interrupções. A mais recente delas, um pedido de vista do ministro Luiz Fux, teve o prazo encerrado na última sexta-feira, 26, quando o processo foi automaticamente liberado para a pauta. O julgamento virtual será retomado em 7 de agosto e vai até 18 de agosto.

Até agora, há um empate no julgamento. O então ministro Ricardo Lewandowski, relator, votou por rejeitar a denúncia e foi seguido por Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Edson Fachin. Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Kassio Nunes Marques e Rosa Weber votaram para tornar o deputado réu. Restam os votos de Fux e André Mendonça.

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