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Com João Pedroso de Campos (subeditor), Gustavo Silva e João Pedro Bitencourt

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Reportagem

O que servidores querem saber dos presidenciáveis

Servidores do funcionalismo federal cobram respostas sobre pautas que vão do contracheque à política externa

por Gustavo Silva
14/09/2026 às 15:00 · Atualizado há 7 dias
Lula e Flávio Bolsonaro, eleições 2026 / SERVDIDORES
O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro (Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil; Saulo Cruz/Agência Senado)

Um piso salarial de R$ 17,7 mil para cargos de nível superior, um inédito “auxílio-nutrição” de R$ 1,3 mil para aposentados e a revogação sumária das reformas Trabalhista e da Previdência. É esta a fatura direta que a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal, representante dos servidores públicos, acaba de colocar na mesa dos principais candidatos ao Planalto.

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As cobranças integram uma carta com 23 tópicos enviada às campanhas eleitorais na quarta-feira, 9. No documento, a entidade exige que os presidenciáveis respondam se são a favor ou contra cada uma das propostas para expor o resultado aos servidores.

O texto cobra compromisso com o fim do arcabouço fiscal, a taxação de grandes fortunas e a extinção de todas as emendas parlamentares. A lista inclui ainda a pressão pelo fim da escala de trabalho de seis dias na semana.

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A pedida não é pouca, claro, mas na disputa eleitoral quem sabe um aceno simpático às exigências não garanta o carinho de boa parte do 1,1 milhão de servidores federais espalhados pelo país.

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