Recuo do STF sobre uberização não tira o sono de aplicativos de transporte
Lideranças de aplicativos de transporte afirmam que as novas regras internacionais sobre uberização não assustam

Ao contrário do que as aparências de Brasília sugerem, o recuo do STF no julgamento da uberização não tirou o sono das gigantes de tecnologia.
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Nomes grandes do setor garantiram em reservado à coluna que a recém-aprovada Convenção da Organização Internacional do Trabalho, usada para justificar o adiamento da pauta, está longe de ser vista como um bicho-papão pelas empresas.
Segundo as empresas, o texto internacional dialoga perfeitamente com o modelo regulatório que as próprias plataformas já tentam costurar por aqui. A decisão do ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo, foi recebida na cúpula das empresas como mera praxe processual para conceder prazo de manifestação às partes, e não como uma derrota política.
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Aliás, no grupo restrito que reúne os comandantes das maiores companhias de transporte e entrega em operação no país, o sentimento geral após a decisão foi de total calmaria. Zero estresse.