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Com João Pedroso de Campos (subeditor), Gustavo Silva e João Pedro Bitencourt

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Reportagem

O termômetro da picanha: alta no preço perde força

Picanha recuou em junho e estabilizou em julho, segundo o IBGE. Ainda assim, a carne acumula avanço de 7,41% em 2026

por Gustavo Silva
Publicado em 26/08/2026 às 04:00
picanha
© Antônio Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Os dados mais recentes do IBGE mostram que a escalada no preço da picanha perdeu força nos últimos dois meses, logo após o corte atingir o seu maior valor do atual governo, em maio. De acordo com os dados do IPCA, o índice oficial de inflação do país, o corte nobre registrou um recuo de 1,90% em junho e ficou praticamente estável em julho, com um leve aumento de 0,24%.

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Apesar da trégua recente nos açougues e supermercados, o balanço de 2026 ainda pesa no bolso de quem organiza o churrasco. No acumulado entre janeiro e julho, a picanha já encareceu 7,41%. O número representa mais que o dobro da inflação geral do país no mesmo período, que marcou 3,44%.

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O fato de a carne encarecer num ritmo maior que a inflação média também fica evidente na janela dos últimos 12 meses encerrados em julho. Nesse intervalo, a picanha acumula um avanço de 7,40%, enquanto a média dos preços brasileiros subiu 4,44%.

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