O diálogo fortalece a competitividade. E a competitividade fortalece o Brasil
Frentes parlamentares e Movimento Brasil Competitivo defendem que competitividade não se constrói em um mandato, mas com uma agenda de longo prazo

Construir um país mais competitivo exige mais do que boas ideias. Exige disposição para dialogar, ouvir diferentes visões e buscar convergências em torno de temas que impactam diretamente o desenvolvimento econômico. Foi com esse espírito que a Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo (FPBC) – ao lado da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), da Frente Parlamentar Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares (FPN) e da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) – criou a série “Compromissos para um Brasil Competitivo”.
A iniciativa nasceu com um propósito claro: apresentar às principais lideranças políticas do país uma agenda construída pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) em parceria com o setor produtivo, reunindo propostas voltadas ao aumento da produtividade, da inovação, da segurança jurídica e da competitividade da economia brasileira.
Após encontros com os presidentes nacionais de PT, PSD e PL, a iniciativa completou um ciclo de debates e conseguiu apoio para inserir a competitividade na pauta nacional.
Essa diversidade de interlocutores demonstra que competitividade não é uma pauta de um partido ou de um governo. É um tema de Estado, que deve orientar decisões capazes de produzir resultados para o país ao longo dos próximos anos.
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Objetivos ambiciosos para a competitividade nacional em 2030
A agenda apresentada estabelece objetivos ambiciosos para 2030: elevar a taxa de investimentos para 20% do PIB, reduzir o Custo Brasil em 25% e posicionar o Brasil entre as 30 economias mais competitivas do mundo.
Mais importante do que as metas, entretanto, é o método adotado. Em vez de esperar que o debate aconteça durante o processo eleitoral, a FPBC optou por promovê-lo desde já, aproximando o Congresso Nacional, os partidos políticos e o setor produtivo em torno de uma visão comum de desenvolvimento.
Os desafios brasileiros ultrapassam mandatos. Questões como produtividade, infraestrutura, transformação digital, energia competitiva, segurança jurídica e qualificação da mão de obra exigem continuidade, planejamento e compromisso institucional.
É justamente essa construção que a série “Compromissos para um Brasil Competitivo” estimulou.
Ao reunir diferentes lideranças políticas em torno de uma agenda técnica e estruturante, as frentes e o MBC reafirmam sua missão de contribuir para um ambiente mais favorável ao investimento, à inovação e ao crescimento sustentável.
Porque o Brasil será mais competitivo na medida em que for capaz de construir políticas públicas que permaneçam relevantes independentemente das mudanças de governo. E porque competitividade não deve ser uma pauta de governo, precisa ser uma agenda permanente de Estado.
*Julio Lopes, deputado federal e presidente das frentes parlamentares pelo Brasil Competitivo (FPBC), Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares (FPN) e em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI)
Joaquim Passarinho, deputado federal e presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE)
Tatiana Ribeiro, diretora-executiva do Movimento pelo Brasil Competitivo (MBC) e secretária-executiva da FPBC