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O diálogo fortalece a competitividade. E a competitividade fortalece o Brasil

Frentes parlamentares e Movimento Brasil Competitivo defendem que competitividade não se constrói em um mandato, mas com uma agenda de longo prazo

Publicado em 24/07/2026 às 05:59
Indústria aposta em aumento da produtividade para ter mais competitividade
Indústria aposta em aumento da produtividade para ter mais competitividade (reprodução/CNI)

Construir um país mais competitivo exige mais do que boas ideias. Exige disposição para dialogar, ouvir diferentes visões e buscar convergências em torno de temas que impactam diretamente o desenvolvimento econômico. Foi com esse espírito que a Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo (FPBC) – ao lado da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), da Frente Parlamentar Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares (FPN) e da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) – criou a série “Compromissos para um Brasil Competitivo”. 

A iniciativa nasceu com um propósito claro: apresentar às principais lideranças políticas do país uma agenda construída pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) em parceria com o setor produtivo, reunindo propostas voltadas ao aumento da produtividade, da inovação, da segurança jurídica e da competitividade da economia brasileira. 

Após encontros com os presidentes nacionais de PT, PSD e PL, a iniciativa completou um ciclo de debates e conseguiu apoio para inserir a competitividade na pauta nacional. 

Essa diversidade de interlocutores demonstra que competitividade não é uma pauta de um partido ou de um governo. É um tema de Estado, que deve orientar decisões capazes de produzir resultados para o país ao longo dos próximos anos. 

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Objetivos ambiciosos para a competitividade nacional em 2030

A agenda apresentada estabelece objetivos ambiciosos para 2030: elevar a taxa de investimentos para 20% do PIB, reduzir o Custo Brasil em 25% e posicionar o Brasil entre as 30 economias mais competitivas do mundo. 

Mais importante do que as metas, entretanto, é o método adotado. Em vez de esperar que o debate aconteça durante o processo eleitoral, a FPBC optou por promovê-lo desde já, aproximando o Congresso Nacional, os partidos políticos e o setor produtivo em torno de uma visão comum de desenvolvimento. 

Os desafios brasileiros ultrapassam mandatos. Questões como produtividade, infraestrutura, transformação digital, energia competitiva, segurança jurídica e qualificação da mão de obra exigem continuidade, planejamento e compromisso institucional. 

É justamente essa construção que a série “Compromissos para um Brasil Competitivo” estimulou. 

Ao reunir diferentes lideranças políticas em torno de uma agenda técnica e estruturante, as frentes e o MBC reafirmam sua missão de contribuir para um ambiente mais favorável ao investimento, à inovação e ao crescimento sustentável. 

Porque o Brasil será mais competitivo na medida em que for capaz de construir políticas públicas que permaneçam relevantes independentemente das mudanças de governo. E porque competitividade não deve ser uma pauta de governo, precisa ser uma agenda permanente de Estado.  

*Julio Lopes, deputado federal e presidente das frentes parlamentares pelo Brasil Competitivo (FPBC), Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares (FPN) e em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) 

Joaquim Passarinho, deputado federal e presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) 

Tatiana Ribeiro, diretora-executiva do Movimento pelo Brasil Competitivo (MBC) e secretária-executiva da FPBC 

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