Guilherme Amado

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Com João Pedroso de Campos (subeditor), Gustavo Silva, João Pedro Bitencourt e Jade Abreu

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Reportagem

Os motivos para sorrir de Eduardo Paes com o pacto de Lula e Ricardo Couto no Rio

Queda imediata na parcela da dívida afasta fantasma do colapso fiscal sob eventual governo Paes

por Gustavo Silva
Publicado em 24/06/2026 às 04:00
Eduardo Paes
Tomaz Silva/Agência Brasil

Fora da Prefeitura do Rio desde abril para se dedicar integralmente à corrida pelo Palácio Guanabara, Eduardo Paes acompanha de perto o desmonte do maior obstáculo ao seu plano político. A campanha do ex-prefeito, habituada ao comando dos robustos cofres da capital, via o colapso financeiro do estado como o principal problema de longo prazo a ser enfrentado caso vença a disputa, onde desponta como favorito nas pesquisas de intenção de voto.

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O cenário mudou com a assinatura do Propag, o novo programa federal de renegociação de dívidas, formalizada pelo governador em exercício Ricardo Couto e pelo presidente Lula. O pacto reduziu o estoque total da dívida fluminense com a União de R$ 210 bilhões para R$ 168,5 bilhões.

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Com a queda imediata da parcela mensal de R$ 436 milhões para R$ 119 milhões, o tesouro estadual garante uma economia de R$ 6,2 bilhões ainda em 2026 e outros R$ 12,3 bilhões para 2027.

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