Importações de derivados de cannabis para o Brasil dobram no primeiro semestre de 2026
No acumulado de janeiro a junho, o Brasil registrou 395,9 mil importações, ante 195 mil no mesmo período do ano passado; EUA são disparados o maior exportador

As importações de produtos derivados de cannabis para o Brasil mais que dobraram no primeiro semestre de 2026 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Foram quase 396 mil produtos importados entre janeiro e junho deste ano, ante pouco mais de 195 mil no mesmo intervalo de 2025 — um aumento de mais de 200 mil unidades, ou 103%. Os dados foram divulgados pela Anvisa a partir de pedidos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI).
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O maior exportador é, de forma isolada, os Estados Unidos. No acumulado do semestre, foram mais de 372 mil produtos importados de empresas americanas, o equivalente a 94% do total.
Depois dos EUA, a Colômbia é o segundo país que mais exporta para o Brasil, com 6,6 mil produtos no semestre. Um outro vizinho em destaque é o Uruguai, que saltou de 550 no primeiro semestre de 2025 para mais de 4 mil produtos em 2026. A Europa também teve alta de quase 80% nas exportações e acumula mais de 11 mil produtos no período. Entre os países do continente que mais exportam estão Suíça, Itália, República Tcheca e Portugal.
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A Anvisa libera a importação de produtos derivados da cannabis desde 2015. O órgão esclarece que os dados foram extraídos diretamente do sistema Solicita, a partir do preenchimento dos campos pelo importador.