Fuminho, número 2 do PCC, aciona STF para reduzir pena
Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, está preso desde 2020, quando foi localizado pela PF na África após 21 anos foragido

Número dois na hierarquia do PCC e braço direito de Marcola, chefão da facção, Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, apresentou um pedido o STF nessa quinta-feira, 2. A defesa do traficante protocolou um habeas corpus que tenta reduzir uma pena de 22 anos e 6 meses de prisão a que foi condenado no STJ.
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O caso remete a março de 2013, quando a polícia paulista apreendeu em um sítio em Juquitiba (SP) 450 quilos de cocaína, oito quilos de maconha e um arsenal com quatro fuzis, três rifles, onze pistolas, três carabinas, três submetralhadoras, duas espingardas e uma garrucha. Denunciado ao lado de outros cinco membros do PCC, Fuminho foi condenado por tráfico de drogas, associação para o tráfico, quadrilha armada e guarda de artefatos bélicos.
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Os advogados do membro da cúpula do PCC alegam que as acusações contra ele por quadrilha armada e associação para o tráfico foram um “fatiamento” de crimes simultâneos para “multiplicar a punibilidade” dele. A defesa quer que a pena seja reduzida para 12 anos, 4 meses e 4 dias de reclusão. Fuminho está preso desde 2020, quando foi localizado pela Polícia Federal em Moçambique, após 21 anos foragido.