Guilherme Amado

Notícias e investigações em política, negócios, cultura, esportes e onde mais houver histórias para contar.

 

Com João Pedroso de Campos (subeditor), Gustavo Silva e João Pedro Bitencourt

Notícias e investigações em política, negócios, cultura, esportes e onde mais houver histórias para contar.

 

Com João Pedroso de Campos (subeditor), Gustavo Silva e João Pedro Bitencourt

Banner imagem do autor Banner mobile imagem do autor
Reportagem

A resposta da Azul para barrar recursos da Gol e garantir aporte de US$ 100 mi

Azul e American Airlines reagem no no Cade contra investidas da Gol e sustentam que participação minoritária não unifica decisões

por Gustavo Silva
25/08/2026 às 17:24 · Atualizado há 1 semana
azul
Divulgação / Azul

A American Airlines e a Azul partiram para o ataque no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra o Grupo Abra, leia-se a controladora da Gol. Protocolaram uma resposta para blindar o negócio e garantir a injeção de US$ 100 milhões na companhia brasileira.

Já leu todas as notas da coluna hoje? Clique aqui.

No documento, as empresas acusam o grupo rival de tentar apenas enrolar e atrasar o andamento do processo, que está sob análise do Cade desde abril deste ano.

O único objetivo comercial da Abra, argumentam Azul e American Airlines, é atrasar a recuperação financeira da concorrente.

O ponto central da defesa é esvaziar o principal medo levantado pela Gol de que a American Airlines passaria a mandar na Azul.

A defesa das companhias explica que a parceira americana terá direito a apenas uma cadeira no Conselho da Azul (até 2028) e outra em um comitê estratégico (até 2029), sem qualquer poder para vetar as decisões da empresa. Ou seja, a American Airlines não terá o controle do negócio, argumentam.

Aliás, a vida de quem tenta travar a transação não está nada fácil.
O Cade barrou nesta semana o recurso do Instituto Brasileiro de Concorrência e Inovação (IBCI). O instituto tentou entrar no processo como terceiro interessado, mas teve seu pedido negado por unanimidade no plenário virtual.

Receba no WhatsApp tudo da coluna. Inscreva-se.

O presidente interino do órgão, Diogo Thomson de Andrade, rejeitou o recurso por “falta de previsão legal e regimental”.

PLAYLISTS
PUBLICIDADE
Publicidade