Apple, Whatsapp e Microsoft vão ter que esperar: o xerife antitruste não quer pressa
Prorrogação de investigações joga para a frente qualquer definição sobre o futuro da Apple, Whatsapp e Microsoft no país

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) resolveu esticar a agonia das maiores gigantes de tecnologia do mundo no Brasil. De uma tacada só, o superintendente interino da autarquia, Felipe Leitão Valadares Roquete, prorrogou por mais 60 dias os inquéritos que tiram o sono de Apple, Meta e Microsoft.
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Para o trio do Vale do Silício, o tempo extra no relógio significa a manutenção de um desgaste jurídico que já consome cifras milionárias. Sem uma decisão final da autarquia, as multinacionais seguem sob a possibilidade de terem de alterar seus modelos de negócios no país, cada uma com seu cada qual.
A Apple segue sob a lupa do órgão na investigação sobre barreiras criadas pela empresa para pagamentos por aproximação e acesso ao NFC no iPhone.
Já a Meta tem que se explicar sobre o suposto bloqueio de inteligências artificiais rivais, como a Luzia, dentro do ecossistema do WhatsApp.
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Correndo por fora, a Microsoft continua na mira por suspeita de empurrar, por venda casada, clientes de seus softwares de escritório para a sua própria plataforma de nuvem, a Azure.