Guilherme Amado

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Com João Pedroso de Campos (subeditor), Gustavo Silva, João Pedro Bitencourt e Jade Abreu

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Reportagem

Oito anos após derrota, Lava Jato ainda é ferida aberta para Paes

Eduardo Paes mantém críticas à atuação da Lava Jato no Rio de Janeiro e atribui a dois nomes a perseguição que diz ter sofrido em 2018

por Guilherme Amado
Publicado em 20/07/2026 às 06:00
Eduardo Paes
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Oito anos depois da eleição de 2018, quando foi derrotado pelo outsider Wilson Witzel, Eduardo Paes ainda tem na Lava Jato um tema que lhe desperta mágoa. Em conversas recentes, o ex-prefeito do Rio de Janeiro e líder nas pesquisas para governador do estado costuma voltar ao assunto e afirmar que foi alvo de uma perseguição naquele período.

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Na avaliação de Paes, dois personagens tiveram papel central naquele processo: o então juiz Marcelo Bretas e o procurador da República Eduardo El-Hage. A interlocutores, Paes sustenta que ambos conduziram uma atuação direcionada contra ele, com impacto político direto sobre sua trajetória naquele momento.

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Embora a Lava Jato tenha sido posteriormente alvo de sucessivas derrotas nos tribunais e de críticas à condução de parte de seus integrantes, Paes costuma dizer que os efeitos pessoais e políticos daquele episódio permanecem vivos em sua memória.

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